sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Considerações
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
From this day on
"I know so many people who think they can do it alone
They isolate their heads and stay in their safety zone
But what can you tell them
What can you say that wont make them defensive
Hang on to your ego
Hang on but I know that you’re gonna lose the fight.
They come on like they’re peaceful
But inside they’re so uptight
They chip through the day and waste all their thoughts at night
But how can I say it
How can I come on when I know I’m guilt
Hang on to your ego
Hang on because I know that you’re gonna lose the fight
And how can I say it
How can I come on when I know I’m guilt
Hang on to your ego
Hang on
Hang on but I know that you’re gonna lose the fight"
'Hang on to your ego', Frank Black
sábado, 7 de novembro de 2009
45
"Em cada gesto perdido
Em cada ferida que sara
Escondida do mundo
Eu sou igual a ti
Fazes pinturas de guerra
Que eu não sei apagar
Pintas o sol da cor da terra
E a lua da cor do mar
Em cada grito da alma
Eu sou igual a ti
De cada vez que um olhar
Te alucina e te prende
Tu és igual a mim
Fazes pinturas de sonho
Pintas o sol na minha mão
E és uma mistura de vento e lama
Entre os luares perdidos no chão
Em cada noite sem rumo
Tu és igual a mim
De cada vez que procuro
Preciso de um abrigo
Eu sou igual a ti
Faço pinturas de guerra
Que eu não sei apagar
E pinto a lua da cor da terra
E o sol da cor do mar
Em cada grito afundado
Eu sou igual a ti
De cada vez que a tremura
Desata o desejo
Tu és igual a mim
Faço pinturas de sonhos
E pinto a lua na tua mão
Misturo o vento e a lama
Piso os luares perdidos no chão"
'Tatuagens', Mafalda Veiga & Jorge Palma
terça-feira, 27 de outubro de 2009
On a highway to hell...
"Living easy, living free
Season ticket on a one-way ride
Asking nothing, leave me be
Taking everything in my stride
Don't need reason, dont need rhyme
Ain't nothing I would rather do
Going down, party time
My friends are gonna be there too
I'm on the highway to hell
No stop signs, speed limit
Nobody's gonna slow me down
Like a wheel, gonna spin it
Nobody's gonna mess me round
Hey satan, payed my dues
Playing in a rocking band
Hey momma, look at me
Im on my way to the promised land
I'm on the highway to hell
(don't stop me)
And I'm going down, all the way down
I'm on the highway to hell"
'Highway to Hell', AC/DC
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Lived to tell...
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Just live to tell...
Junto à praia, é aí que a vou encontrar. Sinto, premonitoriamente, o suor a gotejar pela testa rumo ao restante rosto, encharcando-o como uma porção de terra então enlameada. Não levo discurso pré-concebido nem ideias suficientemente estruturadas. Tendo em conta perante quem, vou às escuras. Por outro lado, não consigo igualmente conceber de que forma se apresentará essa pessoa, sei apenas que muito mais à vontade.
"I have a tale to tell
Sometimes it gets so hard to hide it well
I was not ready for the fall
Too blind to see the writing on the wall
Chorus:
A man can tell a thousand lies
I've learned my lesson well
Hope I live to tell
The secret I have learned, 'till then
It will burn inside of me
I know where beauty lives
I've seen it once, I know the warm she gives
The light that you could never see
It shines inside, you can't take that from me
(chorus)
2nd Chorus:
The truth is never far behind
You kept it hidden well
If I live to tell
The secret I knew then
Will I ever have the chance again
If I ran away, I'd never have the strength
To go very far
How could they hear the beating of my heart
Will it grow cold
The secret that I hide, will I grow old
How would they hear
When would they learn
How would they know
(chorus)
(2nd chorus)"
'Live and Tell', Madonna
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Quarenta e?
Quarenta e quatro. São tempos que trazem de tudo, do mais extraordinário ao mais decepcionante dos acontecimentos de uma vida de todos os dias que partilhámos, partilhamos e, certamente, partilharemos. Claro que é muito mais fácil lidar com o extraordinário, que aqui ancoro numa acepção daquilo que comummente caracterizam como o acontecimento agradável, feliz, por vezes imaculado. Há também momentos de alguma neutralidade, e com isto não digo indiferença, com os quais é igualmente fácil de lidar. Depois, por fim, tudo aquilo que se deseja não vir a ter existência, mas a inevitabilidade da vida de todos os dias trá-lo consigo: obviamente, refiro-me à decepção, ao desagradável e ingrato, ao que é mau. A decepção, ao contrário dos demais, não é fácil, nada fácil e muitas vezes penoso de lidar com. Porque quanto maior é o sentimento de proximidade, mais duras se fazem sentir as faltas que cometemos, pois mais não seja é tudo menos isso que aguardamos do ente querido. Mas acontece, nessa inevitabilidade de ocorrências sequenciais e múltiplas da vida quotidiana. Todos nos podem decepcionar, contudo o ferro que verdadeiramente magoa é sempre aquele que, abrasivo, nos é apenso pelos que mais gostamos; para os outros podemos inclusivamente ser indiferentes, demonstrando-lhes que não importam tal como se poderiam querer insinuar. O ente querido importa. Pois que por isso a mais ténue das desilusões é dotada da capacidade de nos fazer sentir aferroados. Dói.
Creio que os entes queridos vivem no seu mundo e só depois no mundo de todos. E esquece-se, amiúde, que somos humanos. É difícil lembrarmo-nos de tal circunstância quando os entes queridos colocam o seu mundo numa esfera superior, numa esfera que, ainda que profana, se considera próxima do plano divino. Mas somos homens e mulheres. Todos nós. E erramos. E erramos outra vez. E outra. Então, a partir daí, remanescem tão somente duas lógicas, dois caminhos distinto, duas soluções, dois trajectos. Dependerão eles, sem dúvida, da força do elo que une os entes sobre os quais temos vindo a discursar. Se for frágil, então a ruptura surgirá num ponto ou momento mais ou menos adiante. Se for forte, então sofrerão, quiçá mesmo mais, mas terão coração suficiente para perdoar, para rectificar, para projectar reformas futuras que evitem o dilaceramento causado pela mágoa e angústia da desilusão.
Não sou fiel a predicados deterministas. Não há escolhas pré-estabelecidas. Há sim o livre arbítrio, a vontade de uns e outros. E essa vontade pode ser conduzida para que se navegue na mesma direcção ou, no extremo do seu oposto, que navegue para mares distintos. A primeira hipótese implica a decisão uníssona por parte das duas entidades, à segunda basta que um delas rompa com o estabelecido. É bem mais fácil navegar sozinho, porém muito menos gratificante já que o vazio se instala como companhia exclusa. Enquanto eu for eu e a demência não me transtornar ao ponto de me perder de mim, navegarei por opção e gosto o traçado mais difícil. Entenda-se: difícil. Porém, incomparavelmente superior em virtude, e porque não enormidade?, de um sentimento de realização que, justamente por ser o que é, se manifesta tanto no indivíduo como no colectivo que é o de duas vidas em engrenagem solidária. Parece difícil. Pode ser. Acredito que seja. Mas, tretas à parte, vale a pena. Só assim se vive; em solidão, está-se. A diferença é abissal. Muito mais que abissal.
Há quarenta e quatro aninhos escolhemos, e assim enveredámos, o nós. Conhecemos as experiências do extraordinário, do mais ou menos neutro, da decepção. Hoje estou radiante por isso. E radiante é dizer pouco, muito pouco. Nesta vida de nós entrelaçados fica a esperança de que a decepção surja rara. Nesta vida de nós entrelaçados fica a esperança de que o extraordinário brinde vitória. Nesta vida de nós entrelaçados fica a esperança que o mais ou menos neutro aconteça em serena felicidade. Há por aí uma estrelinha muito especial…
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Sangue quê?
domingo, 27 de setembro de 2009
Gato velho?
Descende das rosas de Abril. Não o suficiente para presentear uma HK G3 com um botão, desses marca da revolução. O bastante, todavia, para as histórias de guerra contadas em família, umas mais (auto-)censuradas que outras mais joviais; ou só tristes, sem que assumam adjectivação (excessivamente?) drástica. Um por aí, algo incerto ou a dar para o indefinido. Nunca vivi num regime de ferro, nem por outro lado alguma vez me foi oferecido o destino numa plataforma 3,5G dum telemóvel duma qualquer marca. Não experenciei o viver antes da madrugada, mas não sou um filho pródigo, neste caso primogénito e lutador, da mesma (...por pouco, muito pouco, ditar-vos-ão algumas doutrinas). Por aí, numa indecisão do destino quiça, até, dos meus próprios progenitores a quem o acidente surgiu vindo de França esvoaçando nas asas de uma (risonha?) cegonha. Não me queixo. Nada de barreiras asfixiantes, nada de uma liberdade libertina. Penso mesmo que, sic, ainda bem.
A inexistência de pêlo branco em tipo caucasiano-latino comprova e justifica o não. Não velho. não o que baste a fim que a força das palavras, tanto como a dos anos, me verguem a quem, mesmo que alheio da minha realidade, as escute ou, porque não, que simplesmente por elas tropece. A única característica atípica, que falo ainda do pêlo, passa por uns e outros ruivos escamoteados numa parca barba mal semeada. Bom, não que o pêlo branco obrigue a que. Mas, no mínimo dos mínimos, indiciam. Escusam de fazer um apontamento estemporâneo a afirmar que não porque os cientistas isto e aquilo. Indiciam e pronto, ficamos assim assentes. Mas por cá ainda não se fazem ver, nem um.
Já, posicionando-nos noutra óptica, a bagagem acumulada acusa, não só o desgaste habitual do que se traz connosco, uma contagem cronológica significativa. As suas narrativas são outras, distintas da barba que ainda não vê pêlo branco mas que nem por isso é mais pueril e muito menos mais constrangida por esse tal relógio cronológico (redundância? mas claro que sim! A ideia é mesmo a de a trazer à coacção, ora essa...).
A vida está cheia de tropelias. Todos nós bem o sabemos. Não me diga que não, já que seria mentira na qual não dava, confesso, nem um tostão. Boas. Más. Assim-assim. Assim-assim parcticularmente quando, mais do que pela força das circustâncias, experimentamos o sentimento de ser apenas e tão somente assim-assim. Contudo, e no decorrer de um quotidiano algo apático, apagado e extinto de frenesim, tropecei, agora força das palavras, em quem sei ter tropeçado. Ainda que, primeiramente, embotido num sentimento de angústia derrotista, a verdade veio a verificar-se quase que, como direi?, contra-quotidiana. Contra-quotidiana(o)... posso permitir-me não ser quem sou e deixar por explicar? Certo, não há alternativas. Compreendam o contra-quotidiano como o vosso espírito vos ditar. Veio, a realidade a ser absolutamente desigual ao que me habituara. Aqui, num desses tropeços, o grande tropeço, encontro-me com o meu equilíbrio. Porque não? E assim, de verdade, o foi. E é. Para quem já me conheça sabe que sou de poucas afinifades com lugares comuns, dogmas, (destinos-)pré-destinados. Nada de novo, então, no que toca à minha estruturante emocional e psiquíca (e social, se bem me faço entender). O meu equilíbrio, ao fim de uma cerca de anos, cada qual dotado da sua ínfima especificidade, permitiu-se no que poderei asserir como estagnação benévola. Como estagnação benévola, pergunta-se com a finalidade de exaurir equívocos. Tão simples. Porém, tão complexo. Mas sempre, sempre simples. Não esgotarei o limite das palavras e dos seus significados para explicar esta pretensa parábola de entidades presumivelmente antónimas. Ficará para outro dia, outra qualquer oportunidade. Não hoje. Hoje... Adiante. Hoje faço apenas de moço de recados de um passado quase presente - e porque não mesmo presente? - que se prostou, por muito que assim não creia o foi, a meus pés, dádiva, dom à senhor Marcel Mauss (pois, sei que há de retribuir). Retribuo bem ou mal, esse apontamento não cabe a mim destrinçar, é história para outro post, para outro, sei lá!, blog. Sei que sim. E assim envelheci, jovem se quiserem. Quão jovem, esmifrem-se por. Sofri. Como os cães. Verdade. E redescobri o que enviesa o sofrimento em prazer, num tal prazer que acordamos a dar graças (ateu, não é?) a este e aquele, desde que grandes senhores. Idem, é o termo convocado. Certo. Mais que certo. Provavelmente, entenda-se de certeza, não sofri como alguns dos nossos. Porém, é certo que relativizamos. Sofrimento também. Aliás, desmintam-me, não há nenhum que ultrapasse o nosso? Mentira, há sempre. Porém, teremos de ter em conta que só nós somos capazes de contabilizar o sofrimento por afereição, adivinhem, a nós próprios. Escrevo, pese embora me desvie da mensagem... e dela não me quero desafeiçoar. Dos três (recordam-se: bom; mau; assim-assim), comi de tudo. E não cuspo. Nada, cuspir-me a custas de extinguir pedaços de mim? Não. Não, mais que resoluto. Tive a sorte de. Foi assim. Tropecei. Mais que certo não só eu. E agora é o que se vê. Gostas? Se não, pira-te e aprontadamente. Eu, posso dizer que tu também, saboreamos as coisas (boas, sem dúvida) com que a vida nos compraz. E as amargas, atreladas como moscas voltadas para farnel apetecível. Porque sorte? Solenemente respondo com a maior das simolicidades: até o teu mal me atrai, a fim de que o consiga minorar... Não dou lições de vida... se nem a mim sei dar, puto pouco novo. Puto e velho. A quem perguntais? O que quereis saber? Sou como o Sócrates, mas com uma profunda diferença: sei-me, apesar de mais de mil e mil anos mais velhos, ignorante. Jogo de retórica? Algum. Sei que sei mais. Mas também sei que, afinal, será que sei mais? Tanta coisa para dizer algo que hoje me vai na alma, e que tu ajudas a alimentar, mas cuja resposta, para não ficar entalada na garganta, remento para o próximo parágrafo. Só um ademais: não quero nem tenho pretensões a ter razão: se bem sabem, já morreu gente por isso; não mais hoje; auguro que não amanhã. Sou envergonhado, ou tímido - coisas absolutamente diferentes - mas pronto... Hoje o dia é... Vem aí o parágrafo que se segue (desculpem-me se vos envorgonhei ou se vos conduzi, de uma forma ou outra, ao engano). Aí está ele, meu amig(a)os.
Tanta merda porque não sou capaz, de uma forma sintética e breve, de dar os parabéns a mim próprio... Ai, menino! Tantas vezes auto-centrado outras tão... enfim. Mais outro para a conta. Nada de significativo. Porém com muitos significantes. Obstruindo caminho à ambiguidade, sabes bem do que falo. Até para o ano, próximo. E assim consecutivamente, espero, por bom tempo. Desbravo o mato dos portantos e porquês por um pouco, um pouco que seja: fazes-me feliz.
O tema pode ser um pouco infeliz ou, dirão uns tantos, bimbo como o raio. Importa-me pouco. Por norma também não sou fã, mas deixo-vos com os Anjos (e não, não sou um gato velho demais para [re]começar, meus amigos):
"Eu sou aquele que vive aceso no teu mundo
Eu sou aquele que te persegue num sono profundo
Serei um sonho, um pesadelo
Sou o passado recordado de um amor, um grande amor
Eu sou aquele que não esquece nem perdoa
Eu sou aquele que a tua ausência magoa
Sou uma noite nunca apagada
Eu já fui tudo e agora não sou nada
Eu estou aqui, aqui p'ra te dizer
Eu estou aqui, aqui p'ra te adorar
Eu estou aqui, aqui p'ra te dizer
Que como eu ninguém te amou
Eu sou aquele que te entrega a sua vida
Eu sou aquele herói de uma paixão perdida
Sou uma noite nunca apagada
Sou o final de uma história inacabada
Eu estou aqui, aqui p'ra te dizer
Eu estou aqui, aqui p'ra te adorar
Eu estou aqui, aqui p'ra te dizer
Amor (amor), amor (amor), amor, amor, amor"
'Eu Estou Aqui', Anjos
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Afinal...
Circunstancialismos

"Just another one champion sound
Me and Estelle about to get down
Who the hottest in the world right now.
Just touched down in London town.
Bet they give me a pound.
Tell them put the money in my hand right now.
Tell the promoter we need more seats,
We just sold out all the floor seats
Chorus (Estelle)
Take me on a trip, I’d like to go some day.
Take me to New York, I’d love to see LA.
I really want to come kick it with you.
You’ll be my American Boy.
He said Hey Sister.
It’s really really nice to meet ya.
I just met this 5 foot 7 guys who’s just my type.
I like the way he’s speaking his confidence is peaking.
Don’t like his baggy jeans but I’m like what’s underneath it.
And no I ain’t been to MIA
I heard that Cali never rains and New York heart awaits. First let’s see the west end.
I’ll show you to my bridrens.
I’m like this American Boy. American Boy
Chorus
Take me on a trip, I’d like to go some day
Take me to New York, I’d love to see LA.
I really want to come kick it with you.
You’ll be my American Boy
Can we get away this weekend.
Take me to Broadway.
Let’s go shopping baby then we’ll go to a Café.
Let’s go on the subway.
Take me to your hood.
I never been to Brooklyn and I’d like to see what’s good.
Dress in all your fancy clothes.
Sneaker’s looking Fresh to Def I’m lovin’ those Shell Toes.
Walkin’ that walk.
Talk that slick talk.
I’m likin’ this American Boy. American Boy.
Chorus
Take me on a trip, I’d like to go some day.
Take me to New York, I’d love to see LA.
I really want to come kick it with you.
You’ll be my American Boy
Let them know ……
Kanye West
Who killin em in the UK. Everybody gonna to say you K, reluctantly,
because most of this press don’t f@#k wit me.
Estelle once said to me, cool down down don’t act a fool now now.
I always act a fool ow ow.
Aint nothing new now now.
He crazy, I know what ya thinkin.
White Pino I know what you’re drinkin. Rap singer. Chain Blinger.
Holla at the next chick soon as you’re blinkin.
What’s you’re persona. About this American Brama. Am I shallow cuz all my clothes designer. Dressed smart like a London Bloke. Before he speak his suit bespoke.
And you thought he was cute before.
Look at this P Coat, Tell me he’s broke. And I know you’re not into all that.
I heard your lyrics I feel your spirit. But I still talk that cash. Coz a lot wags want to hear it. And I’m feelin like Mike at his Baddest. The Pips at they Gladys. And I know they love it. so to hell with all that rubbish
Estelle
Would you be my love, my love.
could be mine would you be my love my love, could be mine
Could you be my love, my love.
Would you be my American Boy. American Boy
Chorus
Take me on a trip, I’d like to go some day
Take me to Chicago, San Francisco Bay.
I really want to come kick it with you.
You’ll be my American Boy
Chorus"
'American Boy', Estelle feat. Kanye West
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
... e quarenta e três (43)

©
"A essência do erotismo, mesmo no seu sentido específico, é esclarecida pela existência de sentimentos que têm o nome de amor, sem que isso se deva ao acaso de um mal-entendido ou de um uso abusivo, e estendendo-se a inúmeros domínios situados para além de toda a sexualidade."
'Fragmento Sobre o Amor e Outros Textos', Georg Simmel
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
"Sweet dreams are made of this"
Hoje o tédio apossou-se do dia. Decidi responder-lhe com umas leituras mas aqui, fora as técnicas que comigo trouxera e que só de olhar me causavam a mais profunda repulsa e até asco, as opções eram algo diminutas. Para meu arrependimento posterior, pus olhos em “O Meu Nome É Legião”. Logo após as primeiras páginas, e uma após outra, o fastio crescia tamanha era a seca a que me estava a sujeitar. Nunca fui de amizades com as obras do autor, enquanto escritor que da pessoa nada conheço, e esta parecia particularmente propensa para que mantivesse a minha inolvidável ou pela menos resoluta (má) opinião. Confesso que li tão somente meia centena de páginas, confesso igualmente que não sei se tenho estômago para papar mais outras tantas e menos ainda para caminhar até ao final. Estando já enfadado, poderia tal facto ocorrer como se de suicídio por tédio em dose cavalar se tratasse. Vale que hoje, o dia de hoje, está preso por fios de minutos. Em breve será hoje o dia de amanhã – e por aí fora até que ninguém mais se importe em contar os dias em termos histórico-contínuos, ou que simplesmente deixe de haver quem o pudesse. Tamanhas são as interferências desse quase não-sentimento, o tal de tédio, que o meu cérebro congelou embrutecido sem lhe ocorrer ter ainda meia estante de livros em sentido oposto àquela a que me dedicara a espreitar. Pouco importa. Encerrei o livro para me dedicar a deliciar-me com o sonho que, estando eu em estado de semi-vigília ou semi-onírico, como vos aprouver, que viera visitar-me ontem. Esgacei os lábios, que assim descobriam a cremalheira por maioria de razão a mais das vezes atrás deles dissimulada. Já tenho um passado, não só aquele que recordei; vou tendo um presente, que se escapa como areia das mãos, vivido melhor ou pior quotidianamente; vou ter, por isso espero e ambiciono, um futuro… um futuro a que um dia, suprimindo potenciais surpresas desagradáveis, chamarei passado. Observando com cuidado, nunca caminhei solitário e menos ainda em solidão. Mais, caminho acompanhado como nunca antes. Caminharei, seguramente, embora só os dias do por vir o possam ditar com exactidão, acompanhado numa quase perfeição desenhada a traços que se reproduzem da comunhão com o outrem mais que querido e mais que desejado.

Mosteiro de Santa Clara-a-Velha
Findo com uma frase que poderá ser peculiar, se mal entendida. Aliás, como tantas outras… Mas não a (me?) explicarei.
“Possuidor desse conhecimento, o homem é o animal que não tem crias acidentalmente e sabe o que anda a fazer.”
‘História das Más Ideias’, Eduardo Gil Bera
sábado, 22 de agosto de 2009
Rendez-Vous avec Lisbonne

'O Livro das Ilusões', Paul Auster
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Vacances, enfin
Assim ainda hoje abalarei para outras terras, rumo a paragens mais distantes. Levo pasta dos dentes e calções de banho. Não levo um terror exacerbado à gripe A ou H1N1, como preferirem chamar ao bicho-vírus que alarma mundo e meio. Levo de igual maneira o que mais gosto, ou o contrário, irrelevante saber por que ordem: se é que a há. Os afectos na algibeira do coração nunca são esquecidos, sendo que só uma parte deles ficará em standby nas lusas terras; ainda assim, vão no pensamento. Mais sorte têm os restantes que cumulam pensar e estar, numa comunhão baptizada por estrelinhas, pozinhos cósmicos mágicos e lua com todas as suas fases.
Escreveria até já, porém ficar-me-ia a soar a publicidade gratuita a uma operadora telefónica; até as coisas mais simples são mercantilizáveis, pelo que todo o tento na língua, neste caso na ponta dos dedos, é pouco. Porém, vou feliz e mais feliz espero retornar. Então, até ao meu regresso. Divirtam-se.
"Giant steps are what you take
walking on the moon
I hope my legs don't break
walking on the moon
we could walk forever
walking on the moon
we could live together
walking on, walking on the moon
Walking back from you house
walking on the moon
walking back from you house
walking on the moon
feet they hardly touch the ground
walking on the moon
my feet don't hardly make no sound
walking on, walking on the moon
Some may say
I'm wishing my days away
no way
and if it's the price I pay
some say
tomorrow's another day
you stay
I may as well pay
Giant steps are what you take
walking on the moon
I hope my legs don't break
walking on the moon
we could walk forever
walking on the moon
we could live together
walking on, walking on the moon
Some may say
I'm wishing my days away
no way
and if it's the price I pay
some say
tomorrow's another day
you stay
I may as well pay
Keep it up, keep it up"
'Walking on the Moon', Police
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
3 e ½
©
"Love is blindness
I don't want to see
Won't you wrap the night
Around me
Take my heart
Love is blindness
In a parked car
In a crowded street
You see your love
Made complete
Thread is ripping
The knot is slipping
Love is blindness
Love is clockworks
And cold steel
Fingers too numb to feel
Squeeze the handle
Blow out the candle
Love is blindness
Love is blindness
I don't want to see
Won't you wrap the night
Around me
Oh my love
Blindness
A little death
Without mourning
No call
And no warning
Baby... a dangerous idea
That almost make sense
Love is drowning
In a deep well
All the secrets
And no one to tell
Take the money
Honey
Blindness"
'Love is Blindness', U2
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
O sabor...
"te puedes vender,
cualquier oferta es buena
si quieres poder
qué fácil es,
abrir tanto la boca para opinar
y si te piensas echar atrás
tienes muchas huellas que borrar
déjame, que yo no tengo la culpa de verte caer
si yo no tengo la culpa de verte caer
pierdes la fe,
cualquier esperanza es vana
y no sé qué creer;
pepepepepero olvídame que nadie te ha llamado
y ya estás otra vez
déjame, que yo no tengo la culpa de verte caer
si yo no tengo la culpa de ver que...
entre dos tierras estás
y no dejas aire que respirar
entre dos tierras estás
y no dejas aire que respirar
déjalo ya,
no seas membrillo y
permite pasar
y si no piensas echar atrás
tienes mucho barro que tragar
déjame, que yo no tengo la culpa de verte caer
si yo no tengo la culpa de ver que...
entre dos tierras estás
y no dejas aire que respirar
entre dos tierras estás
y no dejas aire que respirar
déjame, que yo no tengo la culpa de verte caer
si yo no tengo la culpa de ver que...
entre dos tierras estás
y no dejas aire que respirar
entre dos tierras estás
y no dejas aire que respirar"
'Entre Dos Tierras', Héroes Del Silencio
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Cohen
Começou assim:
"Dance me to your beauty with a burning violin
Dance me through the panic 'til I'm gathered safely in
Lift me like an olive branch and be my homeward dove
Dance me to the end of love
Dance me to the end of love
Oh let me see your beauty when the witnesses are gone
Let me feel you moving like they do in Babylon
Show me slowly what I only know the limits of
Dance me to the end of love
Dance me to the end of love
Dance me to the wedding now, dance me on and on
Dance me very tenderly and dance me very long
We're both of us beneath our love, we're both of us above
Dance me to the end of love
Dance me to the end of love
Dance me to the children who are asking to be born
Dance me through the curtains that our kisses have outworn
Raise a tent of shelter now, though every thread is torn
Dance me to the end of love
Dance me to your beauty with a burning violin
Dance me through the panic till I'm gathered safely in
Touch me with your naked hand or touch me with your glove
Dance me to the end of love
Dance me to the end of love
Dance me to the end of love"
'Dance Me To The End Of Love', Leonard Cohen
É só fumaça (?)
parte de capa à 21.ª edição de 'Vigiar e Punir', Michel Foucault
'Consuming Life', Zygmunt Bauman (p. 7)
terça-feira, 28 de julho de 2009
Timings
Somos escravos dos nossos corpos, embargados pelos grilhões da nossa circunscrita capacidade neuronal. Faz-se o que se pode no seio desta barafunda abstrusa. Damos o nosso melhor ao largo deste universo de impostos. O nosso melhor.
"Are you aching for the blade
That's ok
We're insured
Are you aching for the grave
That's ok
We're insured
We're getting away with it
All messed up
Getting away with it
All messed up
That's the living
Daniel's saving grace
She's out in deep water
Hope he's a good swimmer
Daniel plays his ace
Deep inside his temple
He knows how to surf her
We're getting away with it
All messed up
Getting away with it
All messed up
That's the living
Daniel drinks his weight
Drinks like Richard Burton
Dance like John Travolta, now
Daniel's saving grace
He was all but drowning
Now they live like dolphins
Getting away with it
All messed up
Getting away with it
All messed up
That's the living
Getting away with it
Getting away with it
Getting away with it
That's the living
That's the living"
'Getting Away With It', James
quinta-feira, 23 de julho de 2009
"Que doce..." ou "To be..."
You should have stayed at home... an' not only yesterday.
Absolutamente não
Trompet, 1984, Jean-Michel Basquiat
O vento navega-te na pele. Nem sou eu que o digo. Daquele que quer saber a cor do céu. Tolices...
Não é não.
Ponho uma imagem apócrifa. A letra, então essa, será dominadora; porém nada que te deseje...
Somos todos tão sentimentais? Freud diria que os instintos e a civilização... Não importa. Não me importa permanecerá a questão. Sem resposta, como eu gosto...
Christ, Dali
"I changed the World
I changed the World
I wan't to change the World
This ain't the way
I spend my mornings, baby
Come stai?
You've been with him,
And you've come back my lady
Hei, what's he like?
I just sit and watch the ocean
With myself even I do my own cookin'
You ca laugh there, you're forgiven, but
I'm no longer frightened to be livin'
Senza una donna
No more pain
and no sorrow
Senza una donna
I'll make it through tomorrow
Senza una donna
Givin me torture and bliss
Without a woman
Better like this
There is no way
That you can buy me, baby
Don't make fun
You got a dig, a little deeper, lady
In your heart
Yeah, if you have one
Here's my heart, feel the power
Look at me, I'm a flower
You can laugh, you're forgiven, but
I'm no longer frightened to be livin
'Chorus:...
Oooh, I stay here and watch the ocean
Don't know why, I keep on talkin'
You may laugh, you're forgiven, but
I'm no longer frightened, maybe
to be livin'Senza una donna...
Without a woman...
Senza una donna...
Without a woman...
Vieni qui!
Come on in
Senza una donna
I don't know what might follw
Senza una donna
Oh, maybe from tomorrow!
Senza una donna
Givin' me torture and bliss "
'Senza Una Donna' Zucchero & Paul Young












